“Elena loves Damon and cares about him, but she’s not in love with him. She’s in love with Stefan”


Sim, eu já tive medo de monstros e do Bicho Papão e já fui dormir na cama dos meus pais no meio da noite, depois de ter um pesadelo. Já tive que pedir ajuda a alguém para me trocar, escolher minhas roupas e escovar meus dentes. Sim, eu gostava de ir a escola, e sempre ficava indecisa ao escolher a cor de giz de cera ou do lápis de cor para pintar os desenhos e também já achei que professores eram legais. Sim, eu já vi uma nota de dez reais com a bolinha vermelha, já fingi que tic-tac era remédio, já desenhei um relógio no pulso, já acreditei que Fadas do Dente existiam. Sim, eu já achei que beijos eram nojentos, e já acreditei que eram as cegonhas quem traziam os bebês. Sim, eu acordava cedo só para assistir desenhos na TV Globinho, já tentei ligar no Bom Dia & Cia. Sim, eu já fui inocente. Sim, eu tive INFÂNCIA.


“Tente. Sei lá, tem sempre um pôr-do-sol esperando para ser visto.”
Caio Fernando Abreu (via sonho-insano)

“A credulidade mata.”
O Mundo Assombrado por Demônios (via trecho-de-livros)

“Então eu fechei os olhos para te trazer pra bem perto de mim. Estava friozinho e dava pra sentir você ali, deitado na minha cama. E você estava lindo, lindo, mas tão lindo que aquela podia ser a última imagem da minha vida.”
Clarissa Corrêa.    (via segredosdeumpoeta)

“Ninguém pagou minhas contas, ninguém enxugou minhas lágrimas, ninguém viveu minha vida, ninguém escreveu minhas páginas.”

“Eu bem que me controlo, mas sou tão sensível.”
— Clarice Lispector  (via ideiasaleatorias)

“Finja que não ouviu, que não sentiu, que não doeu. Continue sorrindo fingindo estar tudo bem.”
(cerejadosundae)